Gestão de marketplaces e canais digitais

Sua marca não precisa de mais uma agência.
Precisa de quem opere os canais.

A impulsio assume a operação de marketplaces, social commerce e retail media dentro das contas da sua marca — com time alocado, rotina de execução e remuneração ligada ao resultado incremental.

Frentes da operação impulsio

  • Brand Registry, conteúdo A+ e catálogo oficial protegido em cada canal.

  • Ficha técnica, atributos e SEO de listing padronizados por marketplace.

  • Papel de cada canal, sortimento e margem por SKU sem conflito interno.

  • Sponsored Products e Mercado Ads geridos por ACOS alvo e TACOS.

O problema

O digital impulsionou o mercado — o problema é que muitas marcas ainda não impulsionaram o digital.

A maioria das marcas cresceu sem um sistema digital claro — e sente as travas todos os dias.

Canais em silos
Estrutura

Um fornecedor por canal, sem integração.

Catálogo

Cadastro refeito manualmente a cada canal.

Decisão

Otimização local, prejuízo no conjunto.

Resultado

Crescimento por esforço, não por sistema.

VS
Operação única
Estrutura

Um time responsável por todos os canais.

Catálogo

Base única, distribuída com consistência.

Decisão

Preço, mídia e conteúdo lidos em conjunto.

Resultado

Crescimento previsível e auditável.

Seis sintomas de operação fragmentada
01

Canais sem dono

Cada canal responde a uma pessoa diferente, sem visão de conjunto.

02

Catálogo desalinhado

Título, atributo e imagem mudam de marketplace para marketplace.

03

Preço em conflito

Revendedores disputam o mesmo anúncio sem coordenação, derrubando margem de toda a rede.

04

Mídia sem leitura de margem

Campanhas otimizadas por ROAS de plataforma, não por lucro real.

05

Conteúdo descartável

Cada campanha começa do zero, sem biblioteca de ativos reaproveitáveis.

06

Dado que chega tarde

Relatórios que descrevem o passado em vez de orientar a próxima decisão.

Parte desse caos não vem de operação ruim. Vem de uma posição que nunca foi definida. Quem é a marca dentro do marketplace — e quem deveria ser?

Arquitetura de canais

Três frentes, uma única operação

Cada frente tem um papel diferente na conta. O erro comum é operá-las como negócios independentes — e perder margem exatamente no encontro entre elas.

Marketplaces

Onde a marca já está, com ou sem decisão

Amazon, Mercado Livre e Shopee concentram a busca por produto no Brasil. Dentro deles, a marca pode ocupar três posições: dona do catálogo com a rede vendendo, vendedora com conta própria, ou fornecedora do canal. Cada uma muda quem fatura, quem controla o preço e o tamanho do conflito com a distribuição.

Social Commerce

Descoberta + criação de demanda

Conteúdo e creators geram demanda que ainda não existia na busca. No Brasil, o TikTok Shop é hoje o principal motor desse movimento: descoberta que abastece os demais canais com awareness e ativos.

Retail Media

Visibilidade dentro do canal

Sponsored Products, Sponsored Brands e Mercado Ads definem quem aparece primeiro na busca do canal. Lidos contra a margem de cada item, não por métrica isolada de plataforma.

O que operamos

Quatro frentes, operadas dentro da sua conta

Um único modelo de frentes, na ordem em que elas se sustentam: a marca é protegida no canal, o catálogo dá o substrato, a arquitetura define o papel de cada canal — e só então a mídia escala o que tem margem.

Frente principal

Governança de Marca

Proteção da marca e do catálogo dentro do canal

  • Brand Registry, Brand Store e conteúdo A+ sob controle da marca
  • Catálogo protegido: ASIN e anúncio oficiais como página de referência
  • Monitoramento de anúncios de terceiros e denúncia pelos canais oficiais das plataformas
  • Governança de sortimento e critério de seleção de parceiros de revenda
Ver como operamos brand protection e conteúdo de marca

Catálogo, Conteúdo e SEO

O substrato operacional de todo o resto

  • Cadastro e higienização de catálogo, com variações, kits e gestão de SKU
  • Ficha técnica completa: atributos, medidas, GTIN e imagens no padrão de cada canal
  • SEO de listing: título, bullets e termos de busca alinhados à busca interna do canal
  • PDP tratada como página de conversão, não como formulário de cadastro

Arquitetura de Canais

Papel de cada canal, sortimento e prevenção de conflito

  • Definição do papel de D2C, marketplaces, social commerce e retail media na conta
  • Arquitetura de sortimento: o que entra em cada canal e por quê
  • Diretriz de posicionamento de preço no catálogo próprio da marca, derivada do papel do canal
  • Simulação de margem por SKU depois de comissão, frete e devolução

Retail Media e Margem

Mídia dentro do canal, lida por eficiência incremental

  • Sponsored Products, Sponsored Brands e Sponsored Display, além de Mercado Ads
  • Estrutura de campanha por papel de SKU: defesa de marca, conquista e giro de estoque
  • Gestão de verba por ACOS alvo e leitura de TACOS sobre a receita do canal
  • Conteúdo e creators abastecendo criativos e a biblioteca de ativos entre canais

A porta de entrada é sempre o diagnóstico: leitura de catálogo, disputa de buy box, estrutura de campanha e margem por SKU antes de qualquer proposta de escopo.

Solicitar diagnóstico
Posição no canal

Você não abriu conta no marketplace. Sua marca já está lá.

Quem cadastrou foi um revendedor. Com a foto que ele tinha, o título que ele escreveu e a ficha técnica que ele preencheu.

Ficar fora do canal foi uma decisão da indústria, e faz sentido: não é o core do negócio, e abrir conta própria cria conflito com a rede que sustenta o faturamento. Só que a decisão de não vender não é a mesma coisa que a decisão de não posicionar. A segunda ninguém tomou.

01

marca protagonista

A marca é dona do catálogo. A rede continua vendendo.

Para quem tem distribuição montada e não quer competir com ela.

02

marca vendedora

A marca opera a própria conta.

Para quem tem autonomia total sobre o canal.

03

marca fornecedora

O marketplace compra e revende.

Para sortimento selecionado, não para o catálogo inteiro.

A impulsio não opera marca protagonista com rede de revenda aberta.

Quando vários revendedores disputam o mesmo anúncio sem critério de credenciamento, a verba de mídia da marca financia uma guerra de preço entre os próprios parceiros dela. O retorno evapora e a culpa cai na operação.

Nesse cenário, o trabalho começa pelo credenciamento da rede. Não pelo catálogo.

Vamos entender onde está o incremental da sua operação

No diagnóstico olhamos catálogo e ficha técnica, disputa de buy box por ASIN, estrutura de campanha e ACOS por SKU, margem depois de comissão e frete, e onde o sortimento está em conflito entre canais. Daí sai a baseline de partida.